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blog category: O que escrevem sobre nós

  • Certificado de Excelência 2014 do Tripadvisor

    22, May 2014 in O que escrevem sobre nós
    A Formosamar recebeu o Certificado de Excelência 2014 do Tripadvisor.


    Com um desempenho assinalável na categoria Passeios e Actividades, de acordo com as avaliações do maior site de viagens do mundo, a Formosamar recebeu nesta data o Certificado de Excelência do TripAdvisor.

    Este reconhecimento premia a excelência no sector hoteleiro e é dado apenas aos estabelecimentos de alto nível em todo o mundo e que recebem constantemente as melhores avaliações dos turistas.

    Para selecionar os premiados com o Certificado de Excelência, o TripAdvisor usa um algoritmo que leva em conta as pontuações das avaliações. Os estabelecimentos devem manter uma pontuação geral mínima de quatro a cinco círculos no TripAdvisor, assim como a quantidade e o caractér recente das avaliações, além de um ranking de popularidade e tempo em actividade do estabelecimento.

    “Receber o Certificado de Excelência do TripAdvisor é um motivo de grande orgulho para toda a equipa da Formosamar e gostaríamos de agradecer a todos os nossos clientes pelas suas avaliações no TripAdvisor. Não existe selo de aprovação maior do que ter o seu reconhecimento”, disse Paulo Nugas, gerente da Formosamar. 

  • Um Passeio de Barco tradicional na Ria Formosa, um paraíso

    15, May 2013 in O que escrevem sobre nós



    Na semana passada, Juan Bibiloni realizou connosco um passeio de barco tradicional na Ria Formosa e partilhou no seu blog a sua experiência connosco. Leia o seu artigo completo em espanhol sobre o passeio de barco pelo Parque Natural da Ría Formosa, um paraíso a explorar como aliás refere Juan.

    Muito obrigado Juan por partilhar a sua experiência connosco.

    Aguardamos a sua próxima visita :)
  • “Turismo de natureza pode projectar Faro internacionalmente”

    1, May 2013 in O que escrevem sobre nós

    Paulo Nugas Operador marítimo-turístico considera Ria Formosa “uma autêntica força da natureza”

    “Faro pode projectar-se internacionalmente no turismo através do turismo de natureza”, disse ao semanário <> Paulo Nugas, operador marítimo-turístico na cidade. De acordo com o empresário, cada vez o turismo de natureza tem mais adeptos, daí o sector caminhar para a sua consolidação como produto todo o ano, mais estável que o sol e praia.

    Paulo Nugas salienta que não foi por acaso que a Ria Formosa teve o lugar de destaque no concurso das sete maravilhas Portuguesas e sublinha o papel da Entidade Regional de Turismo de apoio claro ao sector. “É de louvar a atitude do Turismo do Algarve e de todas as demais entidades envolvidas neste processo: perceberam a força do turismo de natureza e o papel que ele pode ter na quebra da sazonalidade”.
    Paulo Nugas destaca também a iniciativa da Câmara de Faro em promover reuniões conjuntas com os operadores para encontrar em comum soluções “Esta Câmara iniciou um processo de diálogo que não posso deixar de salientar. Das reuniões nasceram já algumas iniciativas”, conta.
    Segundo Paulo Nugas, cada operador vai ter uma área de actuação junto à Doca e irá organizar neste âmbito a sua estratégia.
    “No meu entender, esta iniciativa foi preciosa. Constitui uma mais valia para os operadores mas também para Faro”, resume.
    Paulo Nugas acrescenta aos passeios de barco, os itinerários de canoa acompanhados por um biólogo e o chamado <> (observação de aves), como dois produtos ímpares em Portugal e que encontraram em Faro o seu local priveligiado. “Vai ser de futuro uma grande novidade com enorme impacto. Um produto de sucesso, inovador, representando a grande coesão da natureza com o homem”, garante e acrescenta: “No meu entender será a mais valia que Faro precisa para se catapultar no domínio do turismo. Um produto todo o ano. Daí ser positivo o diálogo dos vários agentes interessados no processo”. Para o empresário, Faro é a cidade pioneira e com maior reputação no turismo de natureza da Ria Formosa. Estou crente que do diálogo sustentado vão nascer condições condignas para a divulgação e promoção do sector”.

    Hotéis de Faro ainda não perceberam o negócio. Mas para a hotelaria também é imprescindível para desenvolver esta oferta turística, refere Paulo Nugas, deixando, simultaneamente, uma nota de protesto. “Os hotéis de Faro ainda não perceberam o negócio. Lamento que estes mesmo hotéis não se empenhem de corpo e alma neste particular”, ao contrário, por exemplo do Vila Galé Albacora, em Tavira, e o Santa Eulália, de Olhão, que classifica como unidades modelo neste aspecto, que aceitaram empresas do ramo no seu interior divulgando internamente o produto.
    “Faro precisa de mais unidades hoteleiras. De unidades abertas ao sector. Não de unidades de luxo, mas de qualidade.
    Unidades que promovam o ambiente, que tomem o tema como valor da sua decoração, da sua promoção. Se o fizerem, terão plena rentabilidade todo o ano”, conlui.

    Jornal o Algarve
    Escrito por Viegas Gomes
    21 de Outubro de 2010 

  • “Temos um diamante por lapidar”

    1, May 2013 in O que escrevem sobre nós
    Ria formosa Operadores marítimo-turísticos querem mais concertação para divulgar e explorar o potencial do Parque Natural

    Os empresários de Faro ligados ao turismo de natureza e á náutica de recreio lamentam a ausência de uma aposta consistente no potencial da Ria Formosa: aos poderes públicos é exiigida mais atenção aos pormenores e investimentos de pouca monta.
    “Adaptei-me às dificuldades sempre na expectativa de um dia a cidade reconhecer o seu potencial e a sua história, virando-se para a Ria e identificando-a com um eixo estratégico do desenvolvimento de Faro: estou à espera há 22 anos e isso ainda nâo aconteceu”, disse José Vargas, da empresa Animaris.
    O empresário falava, sexta-feira durante um encontro promovido pela candidatura de Macário Correia à presidência da Câmara de Faro, onde os operadores turísticos da Ria Formosa foram convidados a falar sobre as suas dificuldades e expectativas.
    “Temos um diamante por lapidar, mas falta visão e uma estratégia concertada para divulgar a Ria Formosa lá fora”, considera Ricardo Barradas, da Natura Algarve.
    Essa estratégia, de acordo com José Vargas, passa por considerar o turismo como eixo principal de desenvolvimento da cidade: “não faz sentido que a capital de uma região de turismo esteja de costas voltadas para o sector”, afirmou.
    Segundo Paulo Nugas, da empresa Formosamar, “Faro tem poucos turistas mas passam muitos pela cidade: os vários operadores e as empresas ligadas à náutica, juntamente com o poder político, têm de conseguir fazer as pessoas passar horas na cidade”.
    Para o empresário, “o potencial de negócio é grande, cria emprego qualificado e dá para muitos mais operadores, assim se promova e divulgue a Ria Formosa e as ilhas -barreira”.
    Cais insuficiente. A generalidade dos operadores considera o Cais da Porta Nova insuficiente para as necessidades actuais, sobretudo porqe está fundeado no local, dificultando as manobras às outras embarcações. Além das actividades marítímo-turísticas, a ifra estrutura é ainda utilizada pelos transportes públicos de passageiros para as várias ilhas, assim como pelos pescadores. “Era preciso um cais para o barco, ambulância e outro para pescadores. A zona do Centro Náutico, na Praia de Faro, está muito assoreada e precisava de ser dragada. Devia també haver mais transportes para as ilhas, sintetiza Paulo Nugas, referindo-se às acções prioritárias a realizar na Ria para potenciar as actividades marítimo-turísticas.
    Fiscalizações&Limpeza.
    Os empresários queixam-se também da falta de fiscalização e limpeza do site,a lagunar, situação em boa parte propiciada pela pulverização de organismo com autoridade e competências na área.
    “Há embarcações encalhadas, terrenos por limpar, frigoríficos e garrafas abandonadas ; continuam a existir actividades ilegas na Ria e os limites de velocidade não são respeitados”, enumera Ricardo Barradas.
    Para Telma Fernandes, da empresa Sunquays, é “complicado promover o ecoturismo quando há lixo espalhado e falta de civismo” de alguns utilizadoes da Ria, “A Ria não é sò um meio de chegar à praia”, alerta a empresária.

    Jornal O Algarve
    03 de Setembro de 2009